terça-feira, 8 de outubro de 2013

Jamie Oliver incentiva população pobre a comer melhor em novo projeto




















O chef britânico Jamie Oliver está promovendo seu novo projeto de TV, o programa Jamie's Money Saving Meals (Refeições Baratas de Jamie), no qual espera incentivar as pessoas menos favorecidas socialmente a se alimentarem melhor.

Em entrevista à Radio Times, ele demonstrou perplexidade sobre o fato de a maioria dos britânicos pobres preferir gastar seu dinheiro com alimentos de pior qualidade, como o fast food. As informações são do site do jornal britânico The Guardian.

Jamie contou que passou bastante tempo em comunidades pobres e observou que os hábitos alimentares incluem itens pouco nutritivos e caros. “A coisa mais fascinante para mim é que sete a cada 10 famílias pobres escolhem o caminho mais caro para hidratar e alimentar as suas famílias. As refeições prontas, os alimentos de conveniência”, pontuou.

O chef, que fez campanha em escolas britânicas no ano de 2005, pede que as pessoas deixem de comprar em grandes redes de supermercado para apostar em quantidades menores e nos mercados locais. Ele acrescenta que a Grã-Bretanha tem muito a aprender com a Itália e a Espanha sobre a compra de produtos frescos e sobre como comer bem um orçamento limitado.

Jamie afirma, ainda, que mais pessoas prestariam atenção às suas contas no mercado se soubessem que, depois de uma hipoteca, a quantidade de dinheiro gasta com supermercado é o maior investimento financeiro de suas vidas.

Ele acrescenta também, durante a entrevista, que  algumas pessoas são mais fiéis a um determinado supermercado do que a “qualquer religião ou marca”. Além disso, ele explica que os mercados acabam fazendo com que o consumidor compre em excesso, já que as ofertas vêm em pacotes de 200 g ou 400g; diferente dos mercados menores, onde as pessoas podem comprar apenas o que vão consumir no jantar e, com isso, evitam o desperdício.

O chef incentiva as pessoas a olharem para outras culturas para aprender a comer com um orçamento limitado. "Alguns dos alimentos mais inspiradores do mundo vêm de áreas onde as pessoas têm dificuldades financeiras. O sabor vem de um corte barato de carne, ou algo que é cozido vagarosamente, ou uma textura incrível que foi feita de sobras de pão duro", disse.

De acordo com Imran Hussain, do Child Poverty Action Group, Jamie está certo em dizer que a comida saudável nem sempre precisa ser cara. “As estatísticas oficiais mostram que pais de crianças pobres são menos propensos a oferecer frutas frescas para seus filhos", pontuou. 


Fonte: Marketing GrupoM8

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Cerveja com formiga saúva é produzida no Brasil





















Durante a última edição do encontro gastronômico ‘O Mercado’, em Sâo Paulo,  a Lamas Bier, em parceria com o proprietário do Empório Sagarana, Paulo Leite, e o jornalista Marcelo Cury, criaram a Saison Saúva, uma cerveja feita com figos, tucupí negro e formigas saúvas.

A ideia de colocar os insetos na receita veio de Leite, depois de comer as formigas e ter notado características cítricas no sabor, parecido com capim cidreira. A receita deu origem à uma cerveja picante, cítrica e frutada.

A Saison Saúva foi desgustada há três semanas no evento de aniversário do Empório Sagarana e teve aprovação entre os idealizadores. Eles já pensam em uma nova receita de cerveja para a próxima edição do “O Mercado”, que deve acontecer ainda em setembro.

Fonte: Marketing GrupoM8

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Curiosidade: Presunto cru ou presunto Parma?



















Italianos e espanhóis reivindicam a criação do presunto pouco antes da era Cristã. Mas enquanto os latinos não se entendem, encontram-se na Turquia, evidências desde 7.000 a.C. que o pernil já era salgado como forma de conservação para consumo posterior, que veio a ser a base do presunto cru atual.

O termo “Presunto”, com origem no verbo “perseco” do latim, significa “dessecado” e refere-se, portanto, ao Presunto Cru. O Presunto Cru é fabricado a frio (sem cozimento), sendo salgado e “curado” sob temperaturas baixas e controladas, por um período que vai de 10 a 30 meses.

O legítimo Prosciutto di Parma é produzido com os mesmos métodos artesanais de há mais de 2.000 anos e não recebe conservantes nem aditivos químicos.

O processo de cura é pelo menos de doze meses – normalmente 24 meses- período no qual o presunto fica em ambientes ventilados. O segredo e a magia do sabor vem dos suínos, criados exclusivamente na Itália, e do o aroma dos bosques da região.

Dos 9 milhões de presuntos produzidos por ano na Itália, 7,5 milhões são consumidos no país e apenas 1,5 milhões são exportados para 40 países.

No Brasil, o “presunto cru” também é conhecido como “presunto tipo Parma”. Esse termo está inclusive regulamentado pelo Ministério da Agricultura e Abastecimento. A Itália, por sua vez, discute na OMC, o uso exclusivo do termo “prosciutto di Parma”, pelas chamadas denominações de origem. 

Mas, discussões internacionais à parte, da mesma forma que só se produz “Champagne” na França, o presunto de Parma é um presunto cru, produzido na região de Parma, na Itália.

Os três mais famosos presuntos do mundo, cujas etapas de preparação ainda permanecem fiéis às das iguarias apreciadas por gregos e romanos na Antigüidade são os italianos San Daniele (região de Friuli) e Parma e o espanhol Jamón Ibérico de Bellota, conhecido também como Pata Negra.

Na falta do italiano ou espanhol os presuntos “tipo Parma” produzidos no Brasil (principalmente em Santa Catarina) são uma ótima alternativa e vale a pena degustar. Seja como isolada iguaria ou harmonizado em um prato quente.

Fonte: Marketing GrupoM8

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Origem da manteiga



















Apesar de ser um dos alimentos mais corriqueiros, não se conhece a origem de manteiga. Presume-se que, juntamente com a coalhada, tenha surgido ainda na pré-história, quando o homem aprendeu a criar o gado. Os nomes em português (Manteiga) e em espanhol (Manteca) parecem derivar do sânscrito - manthaga - e foram introduzidos na Península Ibérica pelos celtas. Como alimento, apesar de pobre em proteínas, é valiosa porque é rica em vitamina A e encerra, ainda, bom teor de cálcio, fósforo e vitamina D. Para se produzir um quilo de manteiga são necessários 20 litros de leite integral.

Para se saber um pouco mais da origem da manteiga devemos saber de seus antecedentes, a Margarina, onde foi transformada para a manteiga. 

Margarina é uma gordura alimentar usada em substituição da manteiga. 

O seu nome deriva da descoberta do "ácido margárico" por Michel Eugène Chevreul, em 1813, que pensou ter descoberto um dos três ácidos graxos que formavan as gorduras animais mas, em 1853 descubriu-se que aquele ácido era apenas uma combinação dos ácidos esteárico e palmítico. 

Em 1860, o imperador Napoleão III da França ofereceu uma recompensa a quem conseguisse encontrar um substituto satisfatório e mais barato para a manteiga, para as classes sociais baixas e para o exército. Então, o químico Hippolyte Mège-Mouriés inventou uma substância a que chamou oleomargarina (mais tarde margarina), que preparou com gordura de vaca, à qual extraía a porção líquida sob pressão e depois deixando-a solidificar; em combinação com butirina e água resulta substituto para a manteiga, com sabor similar. A denominação da palavra margarina advém do grego “margaron” que significa “pérola” (em virtude do aspecto perolado apresentado pela nova invenção). Com o surgimento da hidrogenação e, por meio de várias pesquisas e do avanço tecnológico, o produto passou a ser fabricado em larga escala. Hoje, no Brasil, a margarina é classificada como uma emulsão de água em óleos (as gotículas de água são distribuídas na fase oleosa).

Atualmente, a margarina moderna é produzida com uma grande variedade de gorduras animais e vegetais, geralmente misturadas com leite desnatado, sal e emulsionantes.


Fonte: Marketing GrupoM8

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

No Brasil, formagier Gerard Poulard diz que é impossível escolher melhor queijo




















Com 300 quilos de queijo à tiracolo, o maitre fromagier Gerard Poulard desembarca mais uma vez no Brasil para para expor mais de 60 tipos de queijos artesanais franceses. Um dos maiores especialistas do mundo no assunto, ele fará uma degustação no restaurante Skylab, em Copacabana, no Rio de Janeiro.

A degustação será acompanhada de pratos do chef Jean Yves Poirey, responsável pelo menu do evento. A lista inicial dava conta de mais de 110 especialidades de queijo, mas muitos tiveram que ficar para trás por conta de algumas exigências sanitárias para entrarem no Brasil. Todos eles chegaram aqui de avião e com visto sanitário.

Para ele, o grande destaque da lista é o queijo roquefort que, além de ser o mais caro da bagagem – custa cerca de $ 30 euros na França, mas o valor varia de acordo com a idade da peça –, tem também sabor e história de sobra. É um dos poucos feitos de queijo de ovelha, animal que não é grande produtor, o que torna o produto final ainda mais caro e especial.

Aos interessados, ele irá explicar qual o processo de fabricação, de qual região eles vêm e qual a história por trás de cada sabor. “Cada queijo é típico de uma região e não vai ser encontrado em outro. Tudo isso é uma história climática e ambiental que cria as diferenças de sabores”, disse.


O ar é tudo
Gerard explicou que as variedades de produtos surgem de acordo com a região em que são fabricados, com o ar de cada lugar, com a altitude, com o tipo de pasto e, principalmente, as estações do ano. Ele comparou os queijos às coleções de moda que surgem nas passarelas com base nas mudanças do clima.  “O queijo depende muito da época, então fazemos duas coleções por ano, a de inverno e a de verão. No inverno, as vacas produzem menos leite e isso altera a produção e a qualidade. Já no verão e, principalmente, nos lugares de montanha, o leite fica mais gorduroso, mais cheiroso. Os tipos são muito diferentes nas estações”, afirmou.
E é justamente esta diferença de particularidades que tornam os queijos produtos muito regionais, que Gerard sentiu falta no Brasil. A primeira vez que pisou em solo brasileiro foi em 1994 e, desde então, já esteve por aqui algumas vezes. Nestas andanças, disse já ter experimentado alguns tipos de produtos, inclusive os mineiros curado e da Canastra. “Eles são ótimos, de boa qualidade. Mas, o que acontece com o queijo brasileiro é que não tem aqui uma grande varidade de pasto, de raça de vaca como alguns lugares da Europa, por exemplo”, afirmou.

Clone de queijo
No entanto, apesar destas características regionais e peculiaridades que dão identidade aos produtos, elas estão se perdendo diante dos leites pasteurizados. Acompanhando este movimento, os grandes produtores chegam cada vez mais rápido a pequena regiões, até mesmo na França, e fabricam peças a preços menores para uma população que cresce a cada dia e que se consome cada vez mais produtos.
“A produção hoje está virando uma clonagem. Com a modernização, você cria bebês de proveta em todos os lugares. Com os leites pasteurizados, você pode fabricar queijo brie, por exemplo, em qualque lugar. Mas isso faz perder a qualidade e a identidade cultural, já que o que importa é a vaca, a pastagem, o clima”, disse.
De volta a uma nova comparação, Gerard diz que os queijos feitos de leite industrializado são como bandas e músicos que tocam com instrumentos muito modernos que fazem quase tudo sozinhos e não exigem muito talento. “Cada vez mais vão nivelar os queijos. É a mesma coisa que você fabricar queijo minas no Amazonas ou montar uma grande fábrica de queijos deste tipo no Maranhão”, comenta.

Qual o melhor queijo?
Gerard é da região francesa de Lyon e começou na carreira como chef trabalhando em diversos hotéis parisienses. E foram nestas cozinhas que se apoximou cada vez mais dos queijos e decidiu se tornar um especialista no assunto, o chamado formagier, que é o equivalente ao sommelier para os vinhos. Ele não produz queijo, mas conhece todo o processo de preparação nos mínimos detalhes. “Eu quis fazer um retorno às origens e comecei a entrar mais em contato com os camponeses e acrescentar alguns queijos do interior da França no cardápio”. Um destes cardápios é o único exclusivamente feito de queijos a ser selecionado pelo Guia Michelin.
E, diante de tanta opção, qual o melhor queijo? Para Gerard, esta pergunta é “impossível” de ser respondida. “Escolher o melhor queijo é o mesmo que um pai decidir qual dos três filhos gosta mais”, diz. Mas, de uma coisa ele tem certeza: os queijos nasceram para se casarem perfeitamente com pão e vinho. “Dê sempre preferência ao vinho produzido na mesma região do queijo”, explica. Ele comenta que o vinho tinto é geralmente o mais usado, mas que os tipos brancos também dão “um bom casamento” com os queijos mofados.


Fonte: Marketing GrupoM8

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A xícara básica: expresso


















A complexidade para se preparar uma xícara de café é tanta, que fazer o básico as vezes é o essencial. Aliás, de extrema importância para o começo dos estudos relacionados a uma extração de café.

Os Italianos foram os primeiros a criarem uma rotina básica de extração. Os famosos 4M's:

1M - Miscela
Mistura, ou a elaboração de um blend, para os Italianos um bom espresso é apenas atingido por um blend.

2M - Macinazione
Moagem, encontrar o grau da moagem ideal e moer o café apenas na quantidade que for ser usada rapidamente.

3M - Macchina
Máquina, bem regulada entre temperatura e pressão.

4M - Mano
Mão, a figura do Barista, como fator decisivo na extração.

Perfeito!!! Entenda esse conceito, treine,treine e depois seja básico pelo resto da vida. E cade aquele lema....O Barista está em busca da xícara perfeita... Será que a xícara perfeita depende apenas de entender e usar os 4M's ITalianos???

Fonte: Marketing GrupoM8

quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Equipe Empório Santa Aldeia






















Nós sabemos que não é fácil o trabalho de nossa equipe:

O pessoal tem que saber trabalhar em grupo, ser ágil, simpático/a, gostar de pessoas e tem que ter boa vontade. 

Por isso parabenizamos e agradecemos a todos que participam deste crescimento constante! Valeu equipe!

Fonte: Marketing GrupoM8